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BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, Homem, de 36 a 45 anos



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Poesia e + ... Ricardo Senna Guimarães
 

XX Sarau da Câmara dos Deputados



Categoria: Evento
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 15h12
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8 femmes em Brasília



Categoria: Evento
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 11h27
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TRIBUTO À POETA MARLY DE OLIVEIRA

Data: 20/07/2007 - Hora: 19h

Local: BIBLIOTECA NACIONAL DE BRASÍLIA

Dando continuidade às homenagens a poetas brasileiros, a Biblioteca Nacional de Brasília promoverá tributo a Marly de Oliveira.

Nascida em Cachoeiro do Itapemirim- ES, fez seus primeiros estudos em Campos dos Goytacazes - RJ. Poeta e professora de língua e literatura italianas e de literatura hispano-americana. Publicou, entre outros, os livros: Cerco da Primavera (1957), Explicação de Narciso (1960), A Suave Pantera(1962), A Vida Natural e O Sangue na Veia (1967), Contato e Invocação de Orpheu (1975), O Mar de Permeio (1998) e Uma vez, sempre (2000).

O embaixador do Brasil junto à CPLC (Comunidade de Países de Língua Portuguesa), em Lisboa, Portugal, LAURO MOREIRA, apresentará um recital-conferência, incluindo um breve perfil da vida e obra da poeta e a leitura de doze poemas.

O Tributo a Poeta Marly de Oliveira será no dia 20 de julho de 2007, sexta-feira, às 19 horas no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília no Conjunto Cultural da República.

A entrada é franca e o acesso ao estacionamento é pela área do antigo Touring Club do Brasil. Encarecemos a pontualidade por causa de compromissos do conferencista.



Categoria: Evento
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 18h10
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Dia dos namorados atrasado

"El deseo es más vasto que el amor pero el deseo de amor es el más poderosos de los deseos."
Octavio Paz

 



Categoria: Poesia do dia
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 18h08
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Esta eu achei ótima:


Eu levo ou deixo ?



Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.


Chegando lá, constatou um ladrão tentando levar seus patos de criação.

Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:



"Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada."



E o ladrão, confuso, diz:


"Dotô, eu levo ou deixo os pato?"



Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 09h31
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A vida necessita de pausas...



Categoria: Poesia do dia
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 11h27
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Carolina Dieckmann

Posando para exposição de fotos em shopping.



Categoria: E Deus criou a mulher...
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 15h12
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Dicionário das coisas importantes

 

Recebi por e-mail este poema de autor desconhecido:


Não está no Aurélio


Abandono:

quando a jangada parte

e você fica.


Adeus:

o tipo de despedida

mais triste que existe.


Adolescente:

toda criatura que tem fogos

de artifício dentro dela.


Artista:

espécie de gente que nunca vai deixar

de ser criança.


Ausência:

uma falta

que fica ali presente.


Fotografia:

pedaço de papel que guarda

um pedaço de vida nele.


Filho:

serzinho adorável e todo seu,

que um dia cresce e passa a ser todo dele.


Gelo:

aquilo que a gente sente na espinha

quando o amor diz que vai embora.


Lealdade:

qualidade de cachorro

que nem todas as pessoas têm.


Lágrima:

sumo que sai dos olhos

quando se espreme um coração.


Ousadia:

quando o coração

diz para a coragem: - vá!




Categoria: Poesia do dia
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 18h30
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Today's front pages

http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/

Classificação:

As primeiras páginas dos jornais de hoje, do Brasil e do mundo. Cada bolinha laranja nos mapas dos continentes são jornais de cidades daquele estado, ou País. Todo dia tem a 1ª página de cada jornal. Ao posicionar sobre a bolinha desejada aparece, ao lado, a 1ª página dos jornais, e clicando sobre a bolinha, vc tem a página em tamanho maior, para facilitar a visualização. Uma viagem ao mundo inteiro dos jornais.



Categoria: Link
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 15h22
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Mensagem para as mães

 

Trecho do poema A vida, de Cora Coralina:


A água estava pelo queixo. Eu bracejava, bracejava. Quatro crianças no meu dorso, agarradas nos meus cabelos, nas minhas orelhas, nos meus ombros, nas minhas carnes. Quatro crianças que eu levava comigo e que devia levar até o porto. E eu bracejava, bracejava. Fui a última? Não. Não fui a última. Porque bracejando, com aquelas crianças no meu dorso, eu vi passar náufragos, pedaços de barcos destroçados. Náufragos agarrados numa tábua. Corpos mortos de famílias desajustadas, destroçadas. E um dia a correnteza, depois de muita luta, muito esforço, a correnteza me jogou no remanso. E o remanso me jogou para a margem. Senti uma solidez para os meus pés.


Levantei. Saí da água escorrendo com a dor. Corridos, molhados, ainda sentindo no dorso aquelas quatro crianças. Depois pisei a terra firme da margem. As crianças saltaram do meu dorso e o que vi nesta hora... Esta hora foi a hora do deslumbramento. Eu havia carregado quatro crianças? Não. Quatro gigantes haviam me carregado. Eu não carreguei meus filhos. Quatro gigantes me carregaram. Saltaram dos meus ombros quatro gigantes. Eu vi. E compreendi que aquelas crianças que eu pensava que estava carregando, agarradas aos meus cabelos, às minhas orelhas, eram quatro gigantes que me carregavam.


Fonte: Correio Braziliense, 14 de maio de 2006



Categoria: Poesia do dia
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 18h49
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Galáxia Barroca

Para quem está em Sampa, Lumme Editor e Travessa dos Editores convidam para Encontro de poetas da América Latina e lançamento dos livros Sunyata, Shakti, Contra o segredo profissional, Antes que chegue a noite e Ibis amarelo contra fundo negro. Com a participação dos poetas Víctor Sosa (Uruguai/México), Reynaldo Jimenez (Peru/Argentina), Horácio Costa, Claudio Daniel e Antônio Moura:

 
Casa das Rosas
11 de maio de 2006 a partir das 19:30h



Categoria: Evento
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 18h49
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Cidade melhor que a tentação

Após mais de um mês de ausência, estamos retomando o blog. Nesse tempo, comemoramos um ano de existência do Poesia e +, visitamos o Rio, e tantas outras coisas aconteceram. Relembrando a cidade maravilhosa, trago uma composição de Noel Rosa que busquei no site blocosonline.

 

Cidade Mulher

       Noel Rosa

 

Cidade de amor e ventura

Que tem mais doçura

Que uma ilusão

Cidade mais bela que o sorriso

Maior que o paraíso

Melhor que a tentação

Cidade que ninguém resiste

Na beleza triste

De um samba-canção

Cidade de flores sem abrolhos

Que encantando nossos olhos

Prende o nosso coração

 

Cidade notável, inimitável

Maior e mais bela

que outra qualquer

Cidade sensível, irresistível

Cidade do amor,

Cidade-mulher

 

Cidade de sonho e grandeza

Que guarda riqueza

Na terra e no mar

Cidade do céu sempre azulado

Teu sol é namorado

Das noites de luar

 



Categoria: Poesia do dia
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 10h35
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O mais novo casal chopper

Pitanga e Beth, o rapaz e a mocinha chopper aí da foto, estão apresentando sua nova máquina: uma Kawasaki Vulcan 750, adquirida recentemente em SP.

 

Diante da empolgação do casal e da nossa felicidade em ter mais esses grandes companheiros na turma custom, lançamos aqui uma campanha: Pitanga para presidente e Beth para primeira dama e diretora social do nosso Moto Clube!!!

 

Quem apóia essa idéia? Deixe um comentário! 



Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 17h52
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Corpo a Corpo com a Poesia

Um convite muito simpático que recebi da poeta Virna Teixeira e que divido aqui com vocês. Para quem estiver em São Paulo...



Categoria: Evento
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 11h47
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Brasa dormindo contra o vento

 

Inverno (Anhangabaú da Felicidade)
José Miguel Wisnik

A minha casa é uma caixa de papelão ao relento
Brasa dormindo contra o vento
Semente plantada no cimento
Criança na calçada

A minha casa é geladeira televisão sem nada dentro
Fogo que se alimenta do seu próprio alimento
Corpo com corpo dando alento
Pra campanha do agasalho

O meu cenário é a fria luz da madrugada
Dando espetáculo por nada
Calçada da fama iluminada
Pela Eletropaulo

A minha casa é a maloca rasgada no futuro
É o inverno é o eterno enquanto duro
Osso duro osso duro que ninguém
Há de roer

A minha casa é o céu e o chão caroço bruto
Catado no vão do viaduto
Dando pro Anhangabaú
Da felicidade



Categoria: Poesia do dia
Escrito por Ricardo Senna Guimarães às 18h18
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